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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Apple acusada de plágio por empresa chinesa

iPad
Apple acusada de plágio por empresa chinesa
(PT) SAPO

Uma empresa chinesa está a acusar a Apple de plágio relativamente ao lançamento do iPad. De acordo com a Shenzhen Great Loong Brother, o tablet da Apple tem um design e funcionalidades semelhantes ao seu aparelho P88

A informação é avançada pelo diário espanhol El Mundo, a quem o presidente da fabricante chinesa revelou que está a pensar processar a Apple, alegando que o iPad é igual ao P88, um tablet que começou a comercializar há cerca de meio ano.

Para Wu Xiaolong o novo gadget apresentado por Steve Jobs anteontem replica o design e o suporte do P88.

O presidente da Shenzhen Great Loong Brother admitiu que «não podemos fazer muito nos EUA. Mas se a Apple traz o iPad para a China, não temos outro remédio senão denunciar, porque sem dúvida que irá afectar as nossas vendas».

O caso é de certa forma inédito, pois é mais comum surgirem na China aparelhos que são cópias mais baratas de dispositivos de grandes marcas.

Aqui é uma empresa chinesa que acusa uma multinacional de renome de copiar os seus produtos.

Segundo o El Mundo as principais diferenças entre o iPad e o P88 são o tamanho e o peso, menor no caso do tablet da Apple, o processador e a memória.

Além disso o tablet chinês corre em Windows e tem um preço de 525 dólares, mais do que os 499 dólares que custa a versão mais básica do iPad.

«Fiquei surpreendido e muito chateado há dois dias quando vi as notícias de apresentação do iPad», contou Wu Xiaolong ao diário espanhol, realçando que «sem dúvida nenhuma é o nosso design. Roubaram-no, porque apresentamos o nosso P88 a todo o mundo há seis meses no IFA».

Também o nome do tablet da Apple está a causar polémica, pois a Fujitsu já veio a público revelar que tinha registado o nome iPad em 2002.
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Tecnologia/Interior.aspx?content_id=161127

Aplicativo de Mussolini causa polêmica na Itália

Aplicativo de Mussolini causa polêmica na Itália

O "iMussolini" é uma aplicativo para iPhone que permite ouvir diversos discursos do polêmico ditador italiano Benito Mussolini. O segundo app mais baixado do país custa US$ 0,99 e vem com 100 discursos do ditador, além de vídeos de discursos da década de 1930 e sua biografia.

O site de Luigi Marino, criador do programa, foi alvo de diversas criticas, condenando o que chamam de apologia ao movimento fascista, que aconteceu antes da Segunda Guerra Mundial. Devido à polêmica, Marino apagou todos os comentários.

O criador do software colocou na descrição do aplicativo que desenvolveu a ferramenta estimulado apenas pelo interesse histórico.

http://www.pop.com.br/popnews/noticias/tecnologia/311970.html

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Foi um padre brasileiro quem inventou o rádio! você sabia?

Foi um padre brasileiro quem inventou o rádio! você sabia?
26 de Janeiro de 2010


VOCÊ SABE QUEM INVENTOU O RÁDIO? FOI ELE! ESTE ESQUECIDO INVENTOR BRASILEIRO.

A HORA É A VEZ DO RECONHECIMENTO DE LANDELL DE MOURA

Há séculos que nossas escolas e nossos mestres ensinam nossas crianças, em todo o território brasileiro, que foi o italiano Marconi quem inventou o rádio.

Essa é uma das maiores aberrações culturais e históricas de nosso País, que relegou ao esquecimento completo, em termos oficiais, um de seus mais ilustres filhos, Roberto Landell de Moura, gênio da Física e que foi o primeiro homem a conseguir a façanha de transmitir o som por meio de ondas eletromagnéticas.

E o fez antes de Marconi, do croata naturalizado norteamericano Nikola Tesla e do canadense Reginald Aubrey Fessenden, todos, aliás, seus contemporâneos e aos quais também se atribui esse mérito.

Do mesmo modo que Santos Dumont é o pai da aviação, Landell de Moura é, de fato e de direito, o pai das telecomunicações.

A diferença é que o primeiro foi reconhecido pela Pátria e o outro, relegado ao mais obscuro ostracismo.

Gaúcho de nascimento, Padre Landell, como era conhecido, patenteou seu invento no Brasil em março de 1901, poucos meses após uma demonstração pública, realizada na cidade de São Paulo, entre a mais tradicional de suas avenidas, a Paulista, e o Morro de Santana, no dia 3 de junho de 1900.

O fato foi publicado, como era comum naquele tempo, uma semana depois pelo Jornal do Commercio, do Rio de Janeiro, no dia 10 de junho de 1900.

Ele, porém, já havia feito pelo menos outra transmissão documentada antes dessa, no mesmo local, em 16 de julho de 1899. O fato, um “furo” de reportagem, foi divulgado pelo jornal O Estado de S.Paulo, que, no entanto, embora tenha revelado a data da realização da experiência não cobriu o evento, como também era comum na época. É desse dia, portanto, 16 de julho de 1899, nascida da genialidade e criatividade de nosso padre-cientista, a primeira transmissão pública da voz humana por ondas eletromagnéticas de que se tem conhecimento no mundo.

Isso foi antes do feito atribuído a Marconi, que inventou o telégrafo sem fio em 1895, mas só conseguiu transmitir a voz humana em 1914. E antes também da experiência do canadense Fessenden, datada de 23 de dezembro também de 1900.

Até mesmo a mídia estrangeira o reconheceu, caso do diário americano New York Herald, que, em sua edição de 12 de outubro de 1902, publicou ampla reportagem sobre as experiências com transmissão de voz, citando Landell de Moura e suas várias demonstrações públicas da tecnologia em território brasileiro, entre 1900 e 1901.

Injustiçado no Brasil, mesmo após ter demonstrado seu invento e o patenteado, Landell de Moura partiu para os Estados Unidos. Ali, onde morou por três anos, obteve, em 1904, três outras patentes para seus aparelhos wave transmitter (transmissor de ondas), wireless telephone (telefone sem fio) e wireless telegraph (telégrafo sem fio).

Mas nem isso o ajudou quando do seu regresso ao País. Incompreendido, foi taxado de maluco e de ter pacto com o demônio. Historicamente, o Brasil entrou na era do rádio com importação de tecnologia.

Na verdade, o padre-cientista não foi apenas o inventor do rádio, mas sim um pioneiro das telecomunicações. Ele também projetou a tevê, o teletipo e o controle remoto por rádio e anteviu que as ondas curtas poderiam aumentar a distância das transmissões. Tudo isso antes de outros cientistas. A tevê, por exemplo, ele projetou em 1904, época em que não existia nem o rádio.

A invenção oficial da tevê pelo escocês John Baird é de 1926. Além disso, ele se utilizou também da luz para transmitir mensagens, o que é o princípio das fibras ópticas.

No desenvolvimento das comunicações, passou-se da era com fio para a sem fio. Samuel Morse inventou o telégrafo com fio (1837) e Graham Bell o telefone com fio (1876). Depois, chegou a vez das comunicações sem fio: Marconi inventou o telégrafo sem fio (1894), mas não foi o primeiro a transmitir a voz humana sem fio (radiotelefonia). Mesmo tendo Landell e Fessenden transmitido a voz humana sem fio antes de Marconi, este levou a fama de "inventor do rádio". Por quê isso? Não há explicações conhecidas.

Nós do Jornal Gazeta das Praias, Gazeta das Praias News e do Jornal Orientes, decidimos nos engajar de corpo e alma ao MLM – Movimento Landell de Moura (www.mlm.landelldemoura.qsl.br) pelo reconhecimento público e oficial, no Brasil, de Roberto Landell de Moura como inventor do rádio.

O objetivo é atingir, nesses próximos 12 meses que antecedem o sesquicentenário de seu nascimento (a ser comemorado em 21/1/2011), 1 milhão de assinaturas e, desse modo, induzir as autoridades e a sociedade brasileiras a corrigir um erro histórico inconcebível.

Conclamamos, assim, todos os veículos de comunicação do País, todas as instituições públicas e privadas, sobretudo do âmbito da comunicação, e todas as pessoas que amam o Brasil e sua história a se engajarem nesse movimento, que, mais do que cívico, é por justiça para com um de seus filhos mais ilustres.

Uma nação que luta para elevar sua autoestima e que vive um momento especialmente virtuoso nos campos econômico, social e internacional não pode se negar a abraçar uma causa que há de trazer para a história e para os bancos escolares a grandeza e a genialidade de Roberto Landell de Moura.

Começam as celebrações pelo sesquicentenário de nascimento de Roberto Landell de Moura. Em 21 de janeiro de 2011 completam-se 150 anos do nascimento do padre-cientista, verdadeiro inventor do rádio

Nesta 5ª.feira, 21 de janeiro de 2010, completam-se 149 do nascimento, em Porto Alegre, de Roberto Landell de Moura.

O objetivo desse projeto é levar informações relevantes e farta documentação sobre a saga do padre-cientista e, desse modo, estimular ações conjuntas que contribuam para o resgate de sua memória em nosso País.

Quatro livros sobre o personagem:

O outro lado das telecomunicações – A saga do Padre Landell (Editora Sulina, 1983);

Landell de Moura (Editora Tchê/RBS, 1984);

Pater und Wissenschaftler (Debras Verlag, Alemanha, 2004);

Padre Landell de Moura: um herói sem glória. O brasileiro que inventou o rádio, a TV, o teletipo... (Editora Record, 2006).

O abaixo-assinado

Os Interessados em aderir ao MLM e ao abaixo-assinado que o integra podem fazê-lo acessando a página www.mlm.landelldemoura.qsl.br.

O documento pleiteia que as autoridades do governo brasileiro reconheçam Roberto Landell de Moura como Pai das Telecomunicações e que as suas invenções sejam incluídas no currículo escolar obrigatório.


Gazeta das Praias
http://www.adjorisc.com.br/jornais/obarrigaverde/noticias/index.phtml?id_conteudo=243520

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Supermaiôs da natação devem ser aprovados ou boicotados?

Medalhista olímpico francês cogita boicote após aprovação de supermaiôs

Das agências internacionais
Em Paris (FRA) e Berlim (ALE)
O atual medalhista de prata olímpico nos 50 metros livre, Amaury Leveaux, cogitou boicotar o Campeonato Mundial de natação nesta quinta-feira, como forma de protesto pela aprovação do uso de maiôs de poliuretano, inclusive o famoso Jaked 01, grande objeto de polêmica na modalidade. A Federação Internacional de Natação (Fina) autorizou o uso dos trajes responsáveis por diversas quebras de recordes nos últimos meses.

A relação de maiôs válidos para a temporada 2009 foi divulgada na última segunda-feira e já será aplicada no Mundial de Roma, que será disputado entre os dias 26 de julho e 2 de agosto. E está é justamente a competição que Leveaux ameaça não disputar.

"Se nada mudar, é possível que diga: 'não, eu não vou nadar'. Por respeito ao meu patrocinador, eu não vou vestir nenhum maiô. Eu prefiro entrar de férias, descansar e desejar boa sorte para quem irá disputar", ironizou o francês em entrevista ao jornal L'Equipe.

O Jaked 01, principal alvo de crítica de Leveaux, foi usado por nadadores que bateram recordes mundiais este ano. O modelo é fabricado em poliuretano, um material impermeável que favorece a flutuabilidade. No dia 1º de janeiro de 2010, entrará em vigor uma nova regulamentação que, a princípio, deverá proibir o uso de poliuretano.

Alemã bate recorde nos 100m livre

A alemã Britta Steffen bateu nesta quinta-feira o recorde mundial dos 100m livre ao nadar a distância em 52s85 e melhorou em três centésimos a marca da australiana Lisbeth Tricket. Steffen atribuiu a nova marca, conquistada nas eliminatórias do campeonato nacional em Berlim, ao seu maiô e minimizou a importância da conquista.

"Não estou muito eufórica porque já caíram muitos outros recordes mundiais', disse Steffen. "No próximo ano, o maiô já não será permitido, o que será bom, porque esta guerra de materiais acaba com a natação", opinou a nadadora.

http://esporte.uol.com.br/natacao/ultimas/2009/06/25/ult77u2374.jhtm


O Jaked 01 é borracha pura, difícil e demorado de vestir (não desliza na pele), também é caro até para atletas que tem um bom patrocínio. Pelos resultados apresentados está compensando usar. Sugestão: todo mundo de sunga e que vença o mais preparado!
Natação está virando Fórmula 1. O Jaked 01 está como o difusor da Brawn na natação.
(TSN)

Criador de supermaiô critica veto e fala em "mudar de esporte"

por ESPN.com.br, com Agência GE

No momento em que começou a levar os filhos Giacomo e Edoardo para a piscina, o italiano Francesco Fabbrica, 50 anos, passou a se interessar pela natação. Com experiência na confecção de tecidos técnicos, ele resolveu desenvolver um maio e criou a Jaked, fabricante de trajes que revolucionou a natação.

Diante da polêmica criada com a avalanche de recordes, a Federação Internacional de Natação (FINA) resolveu proibir os maiôs em poliuretano e liberar apenas os de material têxtil a partir do próximo dia 1º de janeiro. Criador do traje da moda, Fabbrica criticou a medida.

"Pretendem retroceder? Pois vão ter que retroceder 15 anos, porque em 1996 Ian Thorpe usou pela primeira vez um traje de corpo inteiro com tratamento para repelir a água. Se não se admite o progresso, então mudaremos de esporte", declarou o italiano em entrevista ao jornal Marca.

Fabbrica elogiou o Mundial de Roma, encerrado no último domingo, que registrou 43 recordes mundiais, maior número da história do torneio, e foi marcado pela utilização dos maiôs de última geração. Campeão dos 50m e 100m livre, o brasileiro César Cielo nadou com um traje da Arena.

"A tecnologia existe para ser usada, independente da marca que desenhe o maiô. O Mundial de Roma foi um espetáculo para o público. Parece que querem tirar da natação esse conceito de espetacularidade que todos nós conseguimos criar", declarou o empresário.

Ele admite que a peça pode trazer vantagens ao nadador, mas garante que o resultado final não depende dela. "O traje pode ser uma ajuda, de fato nós trabalhamos nisso, mas não é determinante. Podem acontecer algumas surpresas, mas no final sempre ganha o mais forte", disse.

Fabbrica criou o projeto em 2007 e realizou os primeiros testes na piscina onde seus filhos nadavam. Diante dos bons resultados, ele acelerou os trabalhos visando os Jogos de Pequim. "Nunca pensamos que poderíamos chegar nesse ponto em tão pouco tempo", confessa.

Ele nega que seus maiôs sejam uma evolução dos trajes tecnológicos que já existiam e dispara contra os críticos. "É um problema de ignorância, no sentido de que desconhecem nossos materiais e nosso processo de fabricação. O poliuretano não é borracha", argumentou.

Fabbrica não acredita na possibilidade de todos os nadadores usarem o mesmo traje e garante que sempre são as federações e nadadores que entram em contato em busca dos seus maiôs. Ele ainda desmentiu que os Jaked têm curta vida útil e assegurou que as peças podem ser usadas em mais de 20 provas em perder a eficiência.

O nome da empresa foi inspirado em Giacomo e Edoardo. O menor, inclusive, desenhou o logotipo da organização. Apesar do começo humilde, Fabbrica não hesita ao afirmar que rompeu o equilíbrio que existia no mercado. Mesmo com a proibição da FINA, ele pretende continuar seu trabalho.

"Estamos preparados para o que vier. Desde que acabamos o Jaked 01, começamos e investigar e desenvolver novos modelos. Até que a proibição seja oficializada, devo pensar que nossos trajes são completamente legais. Provavelmente, as regras mudem em 2010, mas para nos a FINA ainda não disse nada", finalizou.

http://espnbrasil.terra.com.br/natacao/noticia/66637_CRIADOR+DE+SUPERMAIO+CRITICA+VETO+E+FALA+EM+MUDAR+DE+ESPORTE

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Pai usa software espião para descobrir namoro secreto da filha

Pai usa software espião para descobrir namoro secreto da filha

Descoberta levou homem de 38 anos à prisão, na Inglaterra.
Acusado tinha assinado termo para ficar longe da garota de 15 anos.

Do G1, em São Paulo

Um britânico de 38 anos foi condenado a quatro anos e meio de prisão na Inglaterra, no final de agosto, por manter um relacionamento com uma garota de 15 anos. A relação entre os dois foi descoberta depois que o pai da adolescente tomou uma atitude considerada polêmica: instalou um software espião no computador usado pela jovem, para monitorar sua navegação e conversas no ambiente virtual.


Segundo o site “The Register”, Nicholas Lovell foi técnico de hóquei da adolescente em 2006. O relacionamento entre os dois causou preocupação entre os familiares e Lovell concordou em assinar um termo na policia, segundo o qual se comprometia em ficar longe da garota. O técnico mora em Guildford (Surrey, Inglaterra), e a jovem não teve seu nome divulgado por ser menor de idade.


Apesar do termo, os pais da adolescente continuaram preocupados quando a filha se afastou e começou a mentir, diz o “Register”. Foi então que decidiram instalar o software espião no computador usando em casa, que monitorou e-mails e conversas instantâneas entre a garota e Lovell. Essas informações foram usadas como evidência de que o treinador não estava cumprindo o acordo que determinava distância da jovem.


O homem foi acusado pelo tribunal de Reading Crown de manter relações sexuais com uma menor de idade, mas negou as acusações. Segundo um jornal local, que acompanhou o caso, o treinador tentou colocar a culpa de seus atos na adolescente.


Esse mesmo jornal, citado pelo “Register”, entrevistou o pai da garota, que também não teve seu nome divulgado. “Antes disso acontecer, ela me contava tudo. Mas então se afastou e começou a dizer que estaria em lugares onde na verdade não estava”, disse.

Parents plant spyware to snare sex predator



Court sin-bins ice hockey coach

A 38-year-old Briton has been jailed for an underage sexual relationship with a 15-year-old girl after her father uncovered evidence by planting monitoring software on her PC.

Nicholas Lovell, from Guildford, Surrey, coached the teenager while working as an ice hockey teacher in 2006. The relationship between the two raised earlier concerns and Lovell agreed to sign an agreement with police preventing him from contacting the girl, whose identity is being withheld.

The girl's parents remained concerned, especially when she became more withdrawn and started to lie about her movements, leading them into deciding to install a monitoring program called WebWatcher on her computer. The software recorded email and IM conversations between Lovell and the girl, providing enough evidence for police to arrest Lovell for breaking his agreement to stay away from the youngster.

Lovell stood trial on child abuse offences at Reading Crown Court. He denied the offences but a jury found him guilty on five counts of sexual activity with a child, leading to a four-and-a-half-year sentence, according to local reports. The girl has undergone counselling. After initial anger with her parents over their actions, she now accepts that they acted in her best interests. ®


Spyware on girl’s email snared her older man

By Lorna Catling

Nicholas Lovell
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A concerned dad has defended his decision to spy on his teenage daughter’s emails after his actions led to the conviction of the older man she was dating.

The man installed spy software on his daughter’s computer after his usually “open” daughter became secretive and withdrawn.

As a result, ice hockey coach Nicholas Lovell, 38, was convicted for five charges of sexual activity with a child.

Lovell was jailed for four-and-a-half-years for having under-aged sex with the 15-year-old who he met while working as an ice-hockey teacher in 2006.

The teenage girl’s dad, who cannot be named to protect the identity of his daughter, said: “Before it started she used to tell me everything.

“But then she started saying she would be in places when she wasn’t and became very withdrawn.

“It came to a head one day when she had said she was with a friend and then we bumped into that friend in town without my daughter.”

Police warned Lovell, from Guildford, Surrey, to stay away from the girl and he signed an agreement to that effect.

But, her concerned parents installed WebWatcher software on her computer anyway.

Emails and messaging between the girl and Lovell were recorded and passed on to police who then arrested Lovell.

The dad added: “I did worry about doing it and, immediately after it came out, she did go mad at me.

“But after counselling, she realised we were doing it to keep her safe and now I have it on all my children’s computers.

“I would recommend it to any other parent without a shadow of a doubt.

“Our relationship is even stronger than ever, it has improved the trust between us.”

After the sentencing at Reading Crown Court on Friday, August 29, Det Con Paul Kerr, of the child abuse investigation unit, said: “Lovell maintained a not-guilty plea throughout the trial and tried to place the blame on the victim.

“He should have known better but chose to make his victim go through a trial, with the trauma that it caused, rather than admit to his crimes.

“He is now beginning a lengthy period of incarceration for his crimes against a vulnerable young girl.

“He made choices about his behaviour and must now face up to the repercussions.”

domingo, 18 de maio de 2008

Spams invadem os telefones celulares nos EUA

Se você achava que as mensagens indesejadas que recebe por e-mail no seu computador, os spams, são uma coisa extremamente aborrecida, prepare-se: elas querem ir atrás de você no seu celular.

Os telefones celulares tornaram-se os dispositivos tecnológicos mais pessoais dos consumidores. Alguns executivos, grupos de consumidores e especialistas em segurança temem que essas mensagens se tornem uma dor-de-cabeça maior ainda do que as mensagens indesejadas que aparecem no seu computador.

Os spams que a gente vê no celular são particularmente incômodos para os destinatários porque são mais invasivos - eles se anunciam com um bip -, e podem até mesmo ser caros.

Taber Lightfoot, diretora-assistente para nova mídia da Faculdade de Administração de Yale, é uma das pessoas que foi indenizada pelo recebimento de spams no seu celular.

"Estava trabalhando e fiquei muito aborrecida", ela falou a respeito da primeira série de três mensagens que recebeu. Dois dias mais tarde, recebeu nova série.

"Foi então que chamei a Verizon e exigi que me reembolsassem US$ 1,60 por oito mensagens de texto", conta. "Não era muito dinheiro, mas era dinheiro meu." Os consumidores americanos deverão receber, ao que se calcula, 1,5 bilhão de mensagens de texto não solicitadas em 2008, segundo a Ferris Research, sediada em San Francisco, que monitora as tendências do tráfego de mensagens por telefone móvel. É quase o dobro do que receberam em 2006.

Evidentemente, essa cifra é uma pequena porcentagem do total: uma pesquisa realizada no setor mostrou que os consumidores nos Estados Unidos enviaram e receberam cerca de 48 bilhões de mensagens de texto somente no mês de dezembro. Mas, para muitas pessoas que têm de pagar US$ 0,20 para cada mensagem que recebem ou que são interrompidas no meio do jantar, uma apenas já é demais. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

terça-feira, 1 de abril de 2008

Celular deve matar mais que o cigarro, diz médico



O uso do celular deve matar mais que o cigarro em alguns anos, segundo estudo de um médico australiano publicado na internet. Vini Khurana, um neurocirurgião que recebeu 14 prêmios em 16 anos, pede que a população use o aparelho o mínimo possível, principalmente quando se trata de crianças.

O médico analisou cerca de cem trabalhos científicos publicados sobre o tema para chegar às suas conclusões. Segundo ele, há ao menos oito estudos clínicos que indicam uma ligação entre o uso de celulares e certos tipos de tumor no cérebro.

"Já há previsões de que esse perigo tenha mais ramificações para a saúde pública do que o amianto ou o fumo. Isso gera preocupações para todos nós, especialmente com a geração mais nova", afirma Khurana, que é professor de neurocirurgia na Faculdade Nacional de Medicina da Austrália, no estudo.

A comparação entre as mortes causadas por cigarro e por celular se deve ao fato de, atualmente, cerca de 3 bilhões de pessoas usarem esses aparelhos, número três vezes maior que o de fumantes, afirmou ele ao jornal "The Independent".

Processo lento

Para Khurana, ainda não há mais dados sobre o assunto pelo fato de a intensificação no uso dos celulares ainda ser recente. Ele afirma que o período de "incubação" --tempo entre o início da utilização do aparelho e o diagnóstico do câncer em um indivíduo-- dura de dez a 20 anos.

"Entre os anos de 2008 e 2012, nós teremos atingido o tempo apropriado para começar a observar definitivamente o impacto dessa tecnologia global nos índices de câncer de cérebro", diz ele.

Para evitar o problema, Khurana sugere, entre outras medidas, que as pessoas evitem ao máximo o uso do celular, dando preferência ao telefone fixo. Ele pede também moderação no uso de Bluetooth e de headsets (fone de ouvido com microfone) sem fio. Outra dica, de acordo com o médico, é usar o viva-voz para falar, mantendo o celular a pelo menos 20 cm da cabeça.

Em janeiro deste ano, o governo francês pediu "prudência" no uso de celular pelas crianças, apesar de não ter dados científicos que comprovem os malefícios do aparelho para a saúde.

O ministério pediu que as "famílias sejam prudentes e saibam usar estes aparelhos", lembrando que é recomendado o uso moderado do celular, principalmente pelas crianças, "que são mais sensíveis porque seus organismos ainda estão em desenvolvimento".



Folha online